quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A relapsa

Gente, perdoem-me. Segunda que vem Diogo faz 10 meses, e não teve nem post de 9 meses.

Marido de férias, viajamos e aí já viu, né?

Diogo tá quase andando sozinho. Hoje, dentro do cercadinho, se pôs de pé sobre a bola. Imagina meu coração!

Quatro dentes já enfeitam sua boca grande. E ele come tudo o que é colocado em sua boca (menos manga e mamão).

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Bagunça de mexerica

Adora um biscoito, pede sorvete, mas faz careta pro gelado.

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Se acabando no biscoito.

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Cara suja!

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Careta pro gelado do sorvete! rs

Gostaria de contar mil detalhes das viagens que fizemos, mas não dá, gente… é muita coisa.

Só para constar: Diogo se comportou exemplarmente bem em quase todas as situações. Só não foi muito bom menino no carro… mas nem eu tava aguentando mais 10 horas de viagem, né? O cansaço bate mais forte nos pequenos.

Fomos a São Thomé das Letras para um descansinho de 3 dias. Lá, pela primeira vez, comemos fora com tranquilidade. Diogo apagou no carrinho e só acordou no dia seguinte. Problema: acordou tão cedo que o café da manhã da pousada ainda não tava servido.

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Slingando e olhando a revoada de maritacas

Depois fomos a Ouro Preto e Mariana, onde conhecemos um pouco de história e passeamos (e comemos) demais. Diogo adorou as minas de ouro, eu adorei o ouro, mas não trouxe nem um grãozinho pra mim. Smiley triste

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Primeiro cemitério fora de igrejas do Brasil

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Mina Jeje, aberta por escravos. Imaginem que meninos de 6 anos já trabalhavam nesse árduo trabalho para ostentação da Coroa e da Igreja. Triste.

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Aleijadinho, filho da mãe… artista surpreendente. Tem ele por todos os lados que olhamos!!!

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Esperando para pegar o trem, olhem essa cara!!!

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Em Mariana, parei para uma prece a São Francisco de Assis. Linda igreja.

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Diogo confessando que comeu demais, dormiu demais, mas pedindo absolvição. rs

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Mina de Passagem de Mariana, essa era industrializada.

Meu caveirinha!

Pequena rua em Ouro Preto que me lembrou a Italia… fiquei com uma vontadiiiinha de ir à Europa…

Voltamos para casa, e aí foi a vez de ir à praia. Outra praia, já que a daqui o Diogo já conhecia. Ilhabela.

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Mamãe, tenho dentes!!!!

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Chapéu de papel. Tá caiiindo, mamãe!!!!

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Na “paia”, brincando na piscina…

De longe, as melhores férias que já tiramos juntos. Melhores virão, com certeza. Mas precisava de mais 10 dias com marido em casa, para ele fazer as coisinhas que ficaram pendentes (como terminar meu ateliê e a área de lazer/churrasco/pizza/comidinhas).

Mais umas fotinhas, só pra finalizar. Beijocas!!!

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

8 meses – esses tiranos

Atrasada, pra variar. Dia 6 foi dia de pediatra, a consulta mensal, mas tive de ir antes – pra variar – e voltar dia 6.

Diogo tá gripado há 10 dias, mais ou menos. Uma chatice. Uma chatiação. Essa foi a PRIMEIRA noite em claro da minha vida com ele. Sim, em 8 meses e meio, é a primeira vez que ele não me deixa dormir quase nada.

Tô chorando à toa, então? Não. Fiquei brava porque ele acordou sem motivo, e sem motivo ficou ranhetando e não queria dormir. Simples assim. Não era dor, não era mau humor… ele olhava a lâmpada e ria, fechava o olho, chorava. É ou não pra ficar p…?

Bom, vamos às informações sobre o mês:

Locomoção - Ele ainda não engatinha. Não mesmo. Odeia ficar de barriga pra baixo, e mesmo assim se vira para essa posição. Só pra ter o prazer de miar. É fueda. Mas se locomove como uma minhoca: pros lados, se rastejando, e para trás. Se o colocamos de pé, troca passos rápidos e certeiros rumo às coisas que ele gosta: brinquedos, pessoas, imagem refletida na porta do forno (não, eu não deixo ele chegar perto do forno nem mesmo desligado). Se agarra na gente, se estica e fica de pé sozinho. Dia desses o deixei sentado no berço, cheguei lá e ele tava ajoelhado apoiado na grade. Quase murry.

Comunicação – Não fala nada. Nem papá, nem mamá, nem papai, nem mamãe. Ble bla blu, várias variações, agu, dá, etc. Mas não fala nenhuma palavrinha sequer. Dia desses ele falou MÃ. E foi com o sentido de mãe mesmo, porque eu tava igonorando lindo o miado dele e ele precisava me chamar a atenção. Fez uma força danada e falou MÃ! E eu? Eu agarrei e enchi de beijo, claro. Já pede água, apontando com a mão em concha pro copo. Com os braços decide se quer o colo de alguém. E com os mesmos braços, avisa que não quer saber de papo com alguém (geralmente a minha sogra – rá). Quando está feliz, mesmo que seja só por ver alguém, acha algo legal ou por ouvir uma musiquinha familiar, sacode a cabeça fazendo que sim. E quando faz que não, não quer dizer nada, só que sabe sacodir a cabeça. Mas domingo passamos num buraco e o carro sacudiu. A cabeça dele também. Ele achou graça e imitou o movimento, dando risada. Aí sim eu murry de amor e fui pro céu.

Alimentação – Continua mamando no peito, pra minha alegria. Tá começando a curtir frutas. Ama banana. Come TODOS OS DIAS. Também gosta de frutas secas, o que eu acho bem bom (prático, né?). Almoça bem, e às vezes quer jantar – geralmente quando nos vê comendo algo, faz cara de “queissoaí?” e daí não tem jeito… vou lá descongelar o ranguinho dele. Acostumou com a textura da aveia na comida, e adora. Mastiga mesmo quando a comida não tem pedaços, por isso tenho sempre deixado alguns pedacinhos ou mesmo a aveia. A pediatra me pediu para usar Quinoa e Gérmen de Trigo de vez em quando. Comprei Quinoa e testei ontem. Colou. Aliás, ontem testei também o espinafre. (Pausa: Comprei congelado porque meu dinheiro não nasce em árvore e o custo-benefício do espinafre congelado era maior – não ter de lavar, secar, picar, cozinhar no vapor e depois congelar é um baita benefício, concorda? Despausa*) Também colou (o espinafre). Ele comeu, se lambeu (literalmente – enfiou a mão na comida e lambeu os dedos) e não coube sobremesa (suco ou água). Apresentei-lhe a água de côco, já que a água era a inimiga pública número 1 do Diogo. Ah, se ele gostou? Nada! Amou! Viciu na bagaça. Agora tem direto aqui em casa. Mas não é de caixinha não. Pago R$2,50 no côco verde, trago pra casa, lavo a casca, furo (comprei o furador de côco) e despejo numa jarra. Depois côo e sirvo pro gatinho. Trabalho pouco é bobagem, mas ele ama, fazer o quê? Ainda não comeu papinhas industrializadas, não teve necessidade ainda. Mas compramos algumas para casos de emergências (passeios mais longos, idas à pediatra fora de horário normal, viagem em novembro…). Estão escondidas no fundo do armário. A pediatra liberou o queijinho de morango (sabem qual é, né? Não vamos falar nomes), mas assim… para casos como o da papinha. Precisou, dá. Como não tinha dado ainda nem queijo nem morango, achei bom dar num dia que, se desse alguma reação, poderíamos correr ao pronto socorro. Não deu nada. Nem ele curtiu tanto assim. Não comeu nem meio potinho, óia.

Passeios e saídas – Fomos novamente à praia, e ele foi um mocinho! Fomos a uma festa de aniversário, e ele ficou MUITO bonzinho. Daí passou uma moça com um monte de banana. Pedi um prato e um garfo, e o cara comeu a bananinha feliz da vida! rs. Diogo foi na sua primeira balada sábado. Desde que ele nasceu, não íamos a um bar à noite. Fomos uma vez a um restaurante, mas não foi muito legal… ele resolveu dar piti por lá, não quis dormir, mas tudo bem… só tinha 3 meses. Dessa vez ele chegou dormindo, colocamos no carrinho e ele ficou numa boa. Pouco antes da banda começar a tocar, ele acordou. Super de bom humor, ficou olhando a decoração pitoresca, sorrindo, e sendo admirado pelas pessoas ao redor. A banda começou a tocar, e ele começou a dançar. E foi sucesso total, né? Ô menino sem vergonha! rs

E agora vamos às fotos?

Ele e os livros do Itaú.

Na festa, brincando lindinho!

 

Na praia, todo paramentado!

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Imitando o baixista do Red Hot Chilli Peppers (Fly), peladão!

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Mais uma gripe, mais uma maratona de inalações, e mais uma vez ele bonzinho… é pra morrer de amor, não é?

Na balada: comendo pettit suisse e dançando na mesinha

Ele e o Leão da Peugeot, que veio de brinde p/ ele (a mãe cara de pau pediu e eles deram!) com o carro.

Gel

Cabelo cheio de gel… lindo de morrer!

Chega! Por hoje é só, pessoal. Espero que tenhamos todos um feliz dia das crianças.

Beijo especialíssimo hoje pra Janaína, que acabou de receber o maior presente do mundo: André. Amiga, que sua vida fértil se encerre com fogos de artifício, e que o André seja um bebê e um menino de ouro, viu? Parabéns pelos 3 meninos lindos que você teve o capricho de fazer! Deus te dê muita saúde!

Fui!!!

*Pausa – Despausa em especial pra Mariana, minha amiga que lê meu blog mesmo não sendo blogueira. Né pra amá?

terça-feira, 13 de setembro de 2011

7 meses (e meio) e o primeiro susto (Que dó)

Dentes nascidos, Diogo começou a comer comidinhas sólidas. Sim: arroz (triturado), pedacinhos de legumes (bem miudos e cozidos) e carninha desfiada. Ele amou.

Ofereci, numa tentativa desesperada de fazer com quem seu intestino funcionasse sozinho, ameixa preta. O cara devorou!

A cara feliz (e lambuzada)!!!!!

Também comeu gema de ovo cozida picadinha na comidinha. Adorou.

Aí, dia desses fomos à feira, e dei um gominho de mexerica p/ ele provar. Adorou e queria mais. Em casa, comeu meia. Uhuuuu!!! Progresso com as frutas, que, até então, eram entuchadas goela abaixo como sobremesa – para aproveitar o apetite aberto com a comida do almoço.

Em casa, tentei com a melancia. Achei que ele só ia sugar o suco (eu AMO melancia, pensei: ele tb tem que gostar, comi tanta na gravidez)… e daí ele não sugou nada, mordeu! Apertou com a língua no céu da boca, mastigou com as gengivas, e aí engoliu os pedacinhos!!! Fiquei tão feliz!!!

Hoje de manhã ele comeu manga feliz da vida!!! E hoje foi dia de peixe. Primeira vez. E ele comeu bem, como todas as comidas salgadas.

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No começo, o prato era assim, mas tive de triturar tudo junto, que ele não tava curtindo sentir os sabores e texturas muito separados (e o arroz estava muito grande, os talinhos de verdura estavam firmes).

De noite, fomos jantar e ele pediu comida. Dei purê de mandioquinha com batata e ele comeu um montão. Dei água, e ele (milagrosamente) bebeu. Deu mexerica, e ele comeu dois gomos.

Depois de jantar, cansados (estou fazendo CFC-A para tirar habilitação – sem comentários, por favor), estávamos os dois no sofá. Ele, deitado de barriga p/ baixo brincando e eu sentada ao lado p/ evitar que ele rolasse e caísse. A mesa do notebook, encostada no sofá. Eis que aconteceu o susto. A cabecinha pesada contra a quina da mesa. Veio um furinho fundo e escuro. Depois o choro sem ar. Eu pedindo gelo pro marido, e ele não conseguindo me trouxe uma garrafa de vinho gelada. Pedi que ele segurasse o filho para eu pegar o gelo, e ele desatou a chorar. Pausa: Alguém me explica de onde vem essa insegurança do meu marido, por favor? Ainda bem que alguém nessa casa é capaz de costurar o próprio dedo em caso de necessidade, viu? Putisgrila. Despausa. Quando coloquei o gelo na testinha do Diogo, o pontinho roxo já ia ficando vermelho. Vendo o desespero do marido, perguntei se ele queria ir ao Pronto Socorro – e já adiantei que aquilo não era nada, e não era a última vez que veríamos nosso filho com a testa arrebentada (nossa, que drama, né?).

Diogo se acalmou, o furo inchou como uma picada de borrachudo, e agora está bem, dormindo em seu horário habitual. Observei se não ficava sonolento de forma estranha, ofereci água (que ele bebeu) e dei uma dose de paracetamol para a dor não atrapalhar seu soninho. Mas já percebi que passaremos a noite juntinhos.

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Dormindo de olhos abertos, a prova do crime.

Passado o susto, estamos todos vivos. rs

Bom, vamos aos dados dos 7 meses:

Dia 5 foi dia de pediatra. Diogo cresceu 1cm (66cm) e ganhou quase meio quilo (7,345Kg). Já a cabeça cresceu 3 cm. Tá ficando inteligente!!!!

Senta sem apoio por muito tempo, e quando cai a gente comemora e ele ri.

Aliás, rir é sua especialidade. Adoro ver meu filho rir. Quem não adora.

Diogo continua sendo o melhor bebê do mundo fora de casa, e o mais malinha quando se entedia. E isso acontece a cada 15 minutos. Haja paciência.

“Fala” sons complexos, formados por duas ou mais consoantes e uma ou duas vogais. Exemplos: blue (não com som da palavra em inglês, lê como escreve); bliu bliu bliu, bla bla ble bli (bl sempre com a língua fora da boca, morro de rir), dla, dle, dli, dai dai dai dei dei (às vezes com uns 3 dedos dentro da boca) e os agus estão ficando raros. Os sons mais legais são os nnnnnndá nnnnbê nnnnnngu.

Quando a comida é muito líquida, ou tem muito líquido entre os pedacinhos, ele tenta mastigas, mas cospe e faz pffffffffff. Quando toma as vitaminas receitadas pela doutora, cospe de propósito fazendo pvrvrvrvrvrvrvrvr.

Hoje tomou água, curtiu mais a laranja pêra do rio que a serra d’água (ou lima) e já faz cara de que quer comer as coisas que a gente come – e eu não dou; não acho certo dar tudo que comemos para um bebê, pois vicia. E se for uma fritura ou algo apimentado? Não não não. Só come o que eu deixar.

Tá aprendendo a interagir com os brinquedos e já entende de causa-efeito. Sabe que se puxar a alavanca, o boneco toca música, e que se bater a mão o rolo gira. Sabe mais ainda que se jogar algo no chão, a mãe dá bronca mas pega. De qualquer forma, se a mãe falar: “não jooooga”, ele bota o brinquedo de volta para cima da mesinha do cadeirão.

Aprendeu a fazer os movimentos de sim e não com a cabeça. Parece que está começando a relacionar com seus significados. Esses dias eu falei não, e ele fez cara de safado e fez que sim. E vice-versa. E dá para não rir? Du-vi-do.

Adora rir para movimentos repetitivos. Cabelos balançando são sua piada favorita. Ele ri tanto que tem até soluço.

Bate os brinquedos para fazer barulho e eu sei que isso ainda vai me botar maluca, mas estou tão feliz com as evoluções que mal posso esperar essa loucura chegar.

Esses dias quase ficou em 4 apoios, ontem se colocou de pé na banheira sozinho (ai, q medo) e sempre que pode se segura em mim e fica de pé. A Jana, que me ama muito (um dia eu conto aqui sobre nosso amô), falou que o filho mais velho dela, PP, andou com 7 meses. Acho que ela quer me ver feliz, né? Achei mesmo que ela fosse minha amiga, amora, amada amante, mas não… só me põe pra baixo – pronto, passou o drama, Jana. Tu minhama que eu seeeeieeee – e esse André que não sai da toca, Jesus?

Galinha Pintadinha e Música de Brinquedo continuam sendo santos remédios para o stress do gatinho, mas eu não acho ruim. Aliás, acho até bom, porque me dá um tempo para fazer algumas coisas que não consigo quase nunca.

Já faço as unhas todas as semanas desde maio, fui ao salão e fiz luzes, e agora só falta ter uma graninha para fazer uma progressiva! Smiley piscando Aí eu fico linda de vez! hahahaa

É isso galera… logo virei com assuntos polêmicos (outros nem tanto) e com conversas de mamães – e não só sobre o Diogo.

Beijos

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

1ª vez na praia – comemorando os 7 meses

Já tô vendo o Diogo, daqui uns anos, cantando “meu escritório é na praia, eu tô sempre na área, mas eu não sou da sua laia não!”.

Ontem fez um dia lindo lindo lindo. E a gente ia à feira. Mas pra não cansar, fiz um almocinho rápido, esperamos o sol baixar um pouco e fomos à praia. Essa é a vantagem de morar numa cidade de praia: você pode sair de casa quando o sol tá quase posto, e ainda assim curtir o “lusco fusco” diante do mar. Ôh, vida boa! Pensar que eu quase fui morar em Sampa…

Raquel, volta pra terra… o assunto aqui é o Diogo.

Ontem, aproveitando tudo isso, juntando à felicidade de conseguir coisas novas (isso eu conto outra hora, tá?), pegamos Diogo, roupas, e munida de mamá natural (Diogão mama ao peito, ok?), fomos ao Emissário Submarino. Lá tem um parquinho para os pequenos, com piso de grama artificial – o que amortece eventuais quedas –, um lugar onde pais e mães sentam no chão com carrinho de bebê do lado, os pequenos sentam para curtir seus brinquedos e os maiores se divertem no balanço, na gangorra ou (com ajuda de papais forçudos) se balançam no “trepa-trepa”. Muito simples, mas com muito espaço para relaxar e divertir em família.

Pausa para um comentário: É de conhecimento geral que marido e eu odiamos praia. Né que a gente não gosta de praia, em si. Mas carai… até ter filho, era chato paporra ficar sentado na areia, tomando cerveja cara, comendo porçãozinha cara… preferíamos gastar o mesmo tanto sem ter de sujar os pés ou ficar tomando bolada dos filhos alheios. Mas agora a coisa vai mudá! Ah, vai! Vamos fazer castelinho e panz… no futuro, mas vamos. (despausa)

Antes, apresentamos o mar e a areia ao pequeno. Seguem fotos com legenda (as fotos foram feitas com a câmera semiprofissional, que eu ainda não dominei).

 

Indo pra praia… papai levando a gente.

Olhando onde vamos largar os chinelos pra botar os pés na areia!

Família feliz!

Não sei quem ficou mais feliz com essa novidade, filho ou papai.

Pezinhos na areia… ele nem ligou. Criança criada sem frescura é outra coisa!

Oba!!! Tá moiado!

Sujinhos e lindos!

Água gelada apesar do sol. Mas não foi problema para ele!

Olha o jeito que o pai carrega!

O mar tava bravo demais, senão eles tinham entrado de roupa e fralda e tudo!

Olhando o horizonte…

Será que ele gostou?

Sentindo o “gosto” da praia: ele meteu a mão suja na boca!

Já no parquinho, sentados para descansar.

Papai e filhinho conversando.

Mamãe amassetando…

Apertando…

Agarrando!!!

E ele jura que sabe engatinhar (tá mais pra elesmar).

Não, não é uma toalha e não é um piquenique.

Babão…

Queria provar dessa grama falsa, mamãe!

Sô gandi!

Gangorrando com o papai!

Êta dia bão, heim?

 

Gostaram, gente?

Olha, foi um fim de semana fora de série, só posso agradecer a Deus, viu?

Beijinhos