terça-feira, 26 de julho de 2011

Reclamação

Diogo nasceu, e como eu imaginava, a pediatra proibiu qualquer tipo de inseticida/repelente químico.

Mandou usar casca de laranja no difusor de pastilhas.

Fiquei com medo de esquecer e pegar fogo no troço, então procurei por repelentes eletrônicos em lojas online.

Achei a AMAR AMAR, que vende um monte de coisas para bebês, mamães e gestantes. E lá fui eu gastar mais de R$100 com 3 repelentes elétricos da Legon. A promessa do produto: espantar pernilongos, formigas e baratas.

Instalei conforme mandava o manual, e eis minha surpresa: além de NÃO ESPANTAR formigas e/ou pernilongos, ainda me apareceu, 2 semanas depois, uma barata ENORME na minha cozinha. Eu, sozinha com um bebê de poucos dias, corri com inseticida para espirrar na monstrenga, fechar porta, jogar inseticida debaixo da porta, fechar a porta do meu quarto, ligar ventilador pro cheiro não entrar e rezar por mais de 4 horas (até o marido chegar) para a barata não entrar no meu quarto.

Entrei no site da Legon e fiz a reclamação através de um sistema de cadastro e meses depois não obtive nenhuma resposta. Não tenho como provar esse contato, afinal o site da empresa não manda uma cópia da mensagem pro e-mail.

Meses depois, ao receber um e-mail com as promoções da AMAR AMAR, mencionei o fato. Camilla prontamente me respondeu, encaminhou minha reclamação ao Sr Marcos (da Legon), que entrou em contato telefônico comigo e, como esperado, me questionou sobre a instalação e eu contei até sobre a barata. Ele me pediu que escaneasse e mandasse por e-mail a Nota Fiscal, que ele providenciaria a devolução do dinheiro. Além de não fazer mais contato, não me devolveram um tostão furado.

Reclamei com a Camilla novamente, e ela me ligou pedindo desculpas. Contei a história da barata, e ela me falou que na casa dela o produto funciona normalmente. Aqui não funcionou na minha casa nem na da minha mãe.

Ainda assim, Camilla (da AMAR AMAR) me prometeu que entraria em contato com alguém que resolvesse o caso. Em seguida me ligou o Emerson, da Legon - segundo ele, sócio-proprietário da empresa - e afirmou que verificaria com o Marcos o que havia acontecido.

Mais de UMA SEMANA depois, nenhum contato deles, entrei em contato por e-mail com Camilla, que me mandou outro e-mail dizendo que foi informada pela Legon que o problema havia sido solucionado ONTEM. Como assim, se eu fiquei mais de uma semana sem nenhuma notícia?

Falei para ela que não havia sido resolvido nada, e ela entrou DE NOVO em contato com a empresa Legon. Em seguida recebi um e-mail do Emerson contendo o seguinte texto:

“Sra Raquel,
Perdoe a demora em lhe responder seu e-mail. Precisei me ausentar na empresa na quinta e sexta-feira passadas por motivo de força maior.
O procedimento padrão para o seu caso é realmente o encaminhamento da Nota fiscal.
Posteriormente também preciso que a senhora nos envie de volta os produtos alvos da reclamação para análise técnica dos mesmos.
Por favor, nos envie o seu número de conta para depósito, juntamente com o seu CPF para efetuarmos a devolução do seu dinheiro caso seja constatado ineficiência do equipamento.”

Quer dizer, além de tudo eu ainda tinha que pagar o Sedex? Reclamei e informei que abriria uma reclamação no Procon (e ainda falei que não era de interesse deles confirmar defeito em um produto DELES), e ele respondeu:

“Sra Raquel,
Pode enviar o produto por sedex a cobrar que a empresa paga o custo por aqui.
O procedimento de garantia apenas pede que antes de qualquer ação o produto deva ser inspecionado tecnicamente na fábrica, pois pode ser problema pontual nesse equipamento.
Em momento algum foi dito que o produto não tem defeito nenhum e nem que seu dinheiro não seria devolvido. Eu disse a senhora que iremos resolver o problema, contudo preciso de algumas ações por sua parte para posteriormente tomarmos as medidas por nossa parte.
Estamos empenhados em resolver o problema, pois prezamos pelo bom relacionamento com nossos clientes e também com os consumidores finais.”

Agora estou esperando o endereço para envio do tal Sedex a cobrar. Até lá, não compro NADA da AMAR AMAR, afinal, foi deles que comprei o produto. Não é culpa do site, muito menos da Camilla, que me foi extremamente atenciosa e se prontificou a me ajudar com o problema. Mas é uma forma de realizar uma pressão para a solução do caso.

Fica aqui o meu registro e meu alerta.

--

PS: O Oswaldo, da AMAR AMAR, entrou em contato comigo hoje, 29/7, no começo da tarde. Ele me garantiu que, se a Legon não resolver meu problema, eles vão fazer a devolução do dinheiro. Eu não acho justo a empresa que vende arcar com os erros do fabricante, exceto em caso de defeito causado pelo transporte (excluindo Sedex) ou estocagem.

E ainda assim, que se não houver o cumprimento da parte da Legon, vão suspender a venda dos produtos deste fabricante.

PS2: Fica uma dica aos comerciantes eletrônicos. Digitalizar ou digitar (o segundo pode causar erros, então o melhor é digitalizar) os manuais dos produtos. Assim, se o cliente ler que poder haver margem de erros ANTES de comprar o produto, não restam brechas para reclamações. O que acontece, muitas vezes, é que você (como eu citei na conversa com o Oswaldo) compra um xarope para tosse e a tosse não passa. Se na bula mencionar que apenas 70% dos casos são solucionados, você pode estar entre os 30% que não têm solução. Ok? Só uma dicazinha mesmo!

PS final: Hoje, 2/8/2001, a Legon me devolveu o dinheiro da compra+frete+PAC da devolução dos produtos. Agradeço pela solução e pela atenção da AMAR AMAR nas pessoas de Oswaldo e Camilla.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

5 meses: cresceu, ganhou peso e aprendeu muita coisa

Diogo tá crescendo, isso é fato. Mas o engraçado é ver as pessoas perguntarem quanto tempo ele tem, e quando eu respondo que são 5 meses e meio, vem a resposta: noooossa, mas que grandão!

Aí dia 4 (é, gente, to atrasada uma semana) fomos à pediatra e ela mediu/pesou o cara. 64cm, 6,4Kg. Grande e forte. Saudável, graças a Deus. E tome mais vitamina. Agora, diariamente são: 12 gotas de redoxon (vitamina C), 7 gotas de beneroc (Complexo B) e 2 gotas de Adtil (aquela porcaria fedida que ele vai tomar até a adolescência [?]).

E ainda temos as homeopatias – confesso, não tenho dado. Esqueço mesmo.

Depois fomos à vacina – pneumo 10 e meningite C. Inferno que é ver meu pequeno tomando injeção na coxinha. Mas, pelo menos, no radinho da salinha de vacina tocava Elis Regina (Como nossos pais) e o Diogo já está familiarizado com a música. Fiquei cantarolando e ele nem ligou tanto pra dor. Fica a dica: acostumem seus bebês com algumas músicas, e sempre que puderem, coloquem para tocar na hora da espetada.

Ainda na semana passada percebi uma mudança no comportamento alimentar dele: começou a mamar a cada 2 horas, quando o normal é de 3 em 3. Mas aí reparei que ele aprendeu coisa nova: virar de barriga pra baixo já tá mole. Já muda sozinho de posição no berço (de um lado para o outro, antes ele só virava de barriga pra cima e rodava a cabeça). Já tenta colocar a chupeta na boca sozinho, e muitas vezes consegue – e com alguma ajuda, mais vezes ainda. E sexta, uma alegria: ele ficou sentado sem apoio por alguns segundos (uns 4, mas já é um começo). Com apoio ele fica muito tempo mesmo. E quando é sentado reclinado, ele acha que é gente e puxa o corpo pra cima (tipo você que não sabe fazer abdominal levantando as costas do chão, sabe?). Ah! E ele ainda me ajuda na hora da troca de fraldas: segura os pés para eu limpar e passar pomada no bumbum gordinho (ele tem cócegas na poupança!!!).

Tô bem animada com esses progressos.

Semana retrasada inventei uma brincadeira nova: coloco o Diogo sobre meus ombros. E ele gosta tanto que gargalha. Deve mijar de rir, mas eu não sei porque ele tá de fralda, né? rs

E agora, se ele tá de mau humor, é só colocar as músicas do álbum Música de Brinquedo, do Pato Fu, para tocar no celular que ele se anima todo. Até esperando a vez de entrar no banho (que ultimamente tem sido de chuveiro, no meu colo, porque não ando com pique (nem coluna) pra dar banho na banheira ou no balde. E quando a coisa tá muito feia mesmo, é só colocar os videos da Galinha Pintadinha (Santa Mariana) que ele acalma mesmo (só dá piti no silêncio+black que fica entre um video e o outro, mas aí é falta de soco na cara – que vai ficar faltando até o dia que ele brigar na rua).

Bom, é isso.

Lá vai uma foto para não me chamarem de mentirosa:

DSC_8460b

Ele tava reclinado na cadeirinha, aí enjuriou, coloquei sentado e ele ficou encantado com as meias novas!

sábado, 2 de julho de 2011

As melhores dicas

Sempre me achei criativa, sim, mas sempre tenho as melhores ideias nas piores horas – aquelas em que não há um computador ou papel e caneta à mão (banho, supermercado, amamentando…).

Aí eu leio um post aqui, e a ideia emerge. Um artigo ali, e relembro o que tinha pensado em escrever.

A Denise Fraga, atriz querida e mãe de dois meninos, escreve pra revista Crescer. E na coluna dela escreveu sobre as dicas que pulam das bocas de ex-grávidas super experientes, mesmo que a experiência seja de SÓ UMA gravidez.

E eu, no alto da minha super experiência de mãe há 5 meses, e de 39 semanas de gravidez, tenho muito a “ensinar” às minhas amigas-mães-de-primeira-viagem.

É que não há livro, blog ou site que ensine tanto sobre bebês que ser mãe e ter amigas mães. Aprender na prática é muito bom. Então vamos pela ordem cronológica dos acontecimentos.

- turbilhão de emoções: mulher grávida é igual ou pior a uma mulher em tpm. Isso porque tpm dura uns 5 dias só. Pensa numa tpm que dura uns 3 meses, no mínimo. É o tempo que seu corpo convive com uma descarga hormonal tão absurda que seus neurônios ficam loucos – e mais loucos ficam os que convivem à sua volta. Você chora se cai um palito de fósforo riscado no chão, porque você vai ter de riscar outro e ainda pegar o queimado (e não usado) do chão. Absurdo. Ou é nesse período que você quer matar o seu marido porque ele fez o que sempre fez, como largar toalha em cima da cama ou sapato no meio do caminho (e vc nunca tinha reclamado). Isso, acredito, é efeito dessa coisa de ser mãe. Você começa a treinar com o pobre coitado. E ai dele se falar: nossa, por que você tá nervosa assim??? Morre.

- sono: pois é… nas primeiras 12 semanas seu corpo quer poupar aquele serzinho embrionário que você chama de bebê (eu chamava de girino, o bebê era meu.), e quer que você durma a maior parte do tempo para não correr risco de você decidir subir/descer uma escada e sofrer uma queda. Depois, nas últimas 12 semanas, vc fica no modo “poupando energia”.

- enjoos: é, minha amiga… nem todas têm, mas a maioria sim. Algum nível de enjoo sempre surge. Nem que seja da cara do chefe (eu tive, ui – abafa). Algumas enjoam do marido (ai, gentchi, enjoei dele não… às vezes queria matar, mas não enjoei), outras de temperos (como vive sem tempero?) e outras enjoam de tudo. Eu comecei enjoando de cheiro de perfume masculino. Mais uma vez, hormônios. Se eu já to prenhe (sou um bicho, lembra?), pra que eu quero um macho? Faz sentido. Mas pegar transporte público (cheio de homem, a começar pelo motorista e o cobrador) às 7h30 da manhã, sem ter conseguido tomar um café da manhã decente, era um sofrimento. Aí eu descobri o limão. E minha vida ganhou cor. O arco-íris ficou lindo, e não tava só no céu. Eu tomava limão o dia todo. Ótimo, porque além de ser uma fruta ácida (taí a responsabilidade no controle do enjoo, então vale laranja, abacaxi…), tem muita vitamina C, o que ajuda a fixar cálcio e ferro no organismo. Agarra o limão, minha filha.

- xixi: não conheço UMA grávida que não se mije no começo. Não tem dica nenhuma, só um conselho: paciência porque você vai ficar do quarto ao sexto mês mais tranquila. Depois piora de novo. (Se você for uma menina legal, e morar no estado de São Paulo, manda seu xixi pro Programa HCG)

- sede: consequência do xixi, causadora do xixi, mas não fique sem beber água; sem mais.

- pele: esqueça a cosmética, acredite na genética. Ponto. Se você sempre teve espinhas, elas vão piorar no começo. Depois melhoram e podem sumir. Mas se o problema é o medo de estrias, comece observando seu corpo. Se você tem umazinha sequer, não estresse, entregue para Deus, e relaxe. Elas vão aparecer na barriga, na bunda, no quadril e onde mais a pele esticar. Tive até na panturrilha (retive líquido SÓ nas pernas). Pode usar cremes, é bom massagear a barriga, o bebê curte. Mas não fique encanada achando que fez pouco. Se hidratar e consumir alimentos saudáveis e ricos em vitaminas A, C, D e E também pode ajudar. Mas é só. A genética, nesse caso, é primordial.

- pum: gases, peido, pum. Todo mundo peida. Já diz meu pai. “Até a Xuxa peida”, ele falava pra me irritar quando eu era criança. Mas é verdade. É natural. E grávida peida meeeeesmoooo!!! E não tem muito o que fazer. De novo, água é uma aliada. E fibras (saladas, integrais) acompanhados de mais água e sucos. E correr prum cantinho escondidinho pra soltar à vontade (mesmo que de noite, o edredom e o marido sejam bombardeados… rs). Caminhar ajuda a soltar também, mas certifique-se de que está numa praia deserta ou numa rua desabitada.

- informações: leia, se informe, pergunte. Pras amigas que têm filho, pergunte como foi a experiência delas. Pro médico, pergunte TUDO. Eu tinha um caderno e ia marcando ao longo do mês cada dúvida que surgia. Até coceira no pé (a Luíza do Potencial Gestante teve) é sintoma de gravidez, mas se vc tiver pressão alta pode ser algum problema circulatório. Então não custa mencionar tudo que houver de diferente. E leia tudo o que puder: sites, blogs (leia o meu, ok? E os ali do ladinho tb), livros. Pode ser que seu médico te dê um. Mas se ele não der, tem opções bem baratinhas escritas por ginecologistas renomados.

- coceira: ao contrário do que dizem, coçar não causa estrias. Estrias causam coceira. Então, se coçar, coce. Mas não use as unhas, tente usar as mãos abertas ou a bucha vegetal na hora do banho.

- seios: parece que você colocou silicone? Foi do dia pra noite, né? É… até uns 5 meses eles ficam assim, depois dão uma diminuída (ou será que a barriga que cresce tanto que parece que as tetas de vaca leiteira sumiram?), e voltam a encher quando o bebê nasce. Prepare os mamilos: se tiver como, tome 5 minutos de sol por dia nos seios, use bucha vegetal no banho e do sexto mês em diante use uma pomada pré-amamentação. E compre uma pomadinha pra quando o bebê nascer. Eu não usei a pomada pré, e me ferrei de verde e amarelo.

- costas: vão doer. E deve começar lá pelo 5º mês. Mas pode começar antes. Se o desconforto for demais, por volta do oitavo mês o médico pode liberar um corticóide. Eu não quis tomar por medo de engordar ainda mais.

- peso: você vai engordar. É fato. Mas se depois que o bebê nascer, você der o seio e ele mamar só de você, o peso vai embora rapidinho. Minha opinião: não pire em não comer as coisas que tem vontade porque engordam. Se tiver vontade, coma.

- desejos: desejo de grávida tem a ver com necessidade de nutrientes. Ponto. Isso é o que dizem os especialistas, e é verdade. Aí, alguns falam: se você tem vontade de comer chocolate, coma castanha do pará – a quantidade de selênio e zinco é maior na segunda opção, e a gordura é saudável. Mas pô! Quero chocolate! Então coma chocolate. Agora… não me venha dizer que teve vontade de comer pizza de tijolo, ou bombril com catchup que pra mim você tá querendo é chamar a atenção e tomar uma na cara. #prontofalei

- barriga: amiga, curta sua barriga. Ela vai sumir daí em poucos meses. Curta os movimentos suaves, os chutes e os pés fincados em lugares remotos do seu corpo. Às vezes pesa (use cinta pra sustentar), dói, às vezes não dá pra respirar, mas vai por mim: depois que o bebê sair, você vai desejar que ele estivesse lá ainda. Várias vezes. Até hoje (5 meses depois) eu tenho vontade de botar o Diogo de volta. Dá saudade de sentir os movimentos, dá vontade de ter ele lá porque ele não ficava doente, não tinha dor e não chorava (e eu dormia até a hora que eu queria, e não até 8h – quando ele acorda e começa a gargalhar. #AMO).

- planeje: planeje o parto (mas não faça como eu, esteja preparada para o que der e vier. Eu queria tanto o parto normal, que fui pra cesárea chorando), o que vai querer ou não que façam (leia sobre episiotomia, anestesia, analgesia, indução, rompimento de bolsa… tudo!), planeje a amamentação (se vai poder ficar por 6 meses ou mais com o bebê, se vai optar por aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, se vai poder amamentar no trabalho, essas coisas), planeje a mobília do quarto… eu comprei cômoda porque não tinha espaço no quarto para guarda-roupas. Aí optei por usá-la como trocador. Hoje troco na minha cama ou no berço.

- não diga “isso eu não vou fazer”: Eu falava: o Diogo vai dormir no quarto dele aos 3 meses. Comprei um berço desmontável para usar nos primeiros 3 meses, e ele habita meu quarto desde o nascimento, e é lá que o Diogo dorme. Mas ele dormiu no carrinho por 2 meses. Isso quando não dorme na minha cama. Eu falava: que mané colo, não pode ficar pegando no colo toda hora! E agora, se ele chora, eu corro e pego sim! Não fiz filho pra ficar no berço. Depois cresce, quer chão e não quer mais colo. E aí eu deprimo. Eu dizia: eu não sou dessas frescas que não querem que o bebê fique no colo dos outos. Sou sim. Odeio quando ele fica de colo em colo. Por um simples motivo: ele fica enjoado, cansado. Agora menos que quando era pitico (é que agora ele é grande, né?). E daqui pra frente, ele vai começar a decidir se quer ou não os colos alheios. Isso muito me agrada. Ontem foi mega antipático. Orgulho da mamãe.

- não compre loucamente: a gente fica tentada diante de tanta coisa linda. Acontece que você não sabe de que tamanho seu bebê vai nascer. Assim como pode ter menos de 3 quilos, pode ter 4 (né, Beca?). Por volta de 36 semanas você deve fazer uma ultrassonografia para se despedir das imagens disformes – tá bom, não é pra isso – e pra saber tamanho, peso e posição do bebê. Daí você já sabe que ele pode crescer mais um tanto (o médico vai falar, eu não lembro e varia de acordo com o tempo que falta pro parto), e já tem uma ideia de que tamanho de roupa levar pra maternidade. O Diogo usou RN por um bom tempo, já que saiu da maternidade pesando 2,855Kg. Já pensou se eu não tivesse comprado? Agora pensa pior: e se eu tivesse gastado os tubos em roupas RN e ele nascesse com 4 quilos? Pois é. O mesmo vale para fraldas. Tenha um pacote de RN e vá comprando conforme a necessidade. E se tiver alguma amiga/parente que teve bebê há pouco tempo, combine com ela de vocês racharem as contas e herde as roupinhas pro seu filho, assim como as fraldas que sobraram com o aumento de peso do antecedente.

- planeje as roupas: aja de acordo com a estação do ano em que o bebê vai chegar do lado de cá, porque não rola enrolar o pequeno numa manta de lã pra sair num calor de 42 graus (é… o Diogo se ferrou, coitado). Eu me programei comprando APENAS roupas frescas. Ganhei MUITA coisa da minha prima, que teve bebê no inverno, e as pessoas sempre dão roupas de mangas longas. Então separei tudo por temperatura e ele só usou roupinha de manga mesmo no hospital, com o ar ligado. Pra sair, foi manga curta e bermudinha. Em casa ficava só de fralda mesmo, tadinho.

- converse com o marido e a família: é muito importante expôr seus medos e sentimentos, perguntar o que fazer, dizer o que quer, pedir ajuda. Se você está cansada, e não quer cozinhar hoje, seu companheiro precisa entender e pode correr ao supermercado para comprar algo leve e pronto. Ou ir a uma casa de sucos e trazer um lanchinho natural. Ou até te levar para jantar, o que é muito bom pra manter a conexão. Não hesite em pedir para sua mãe ou sogra (eu não pedia nada pra minha sogra, falar é fácil) vir lavar uma loucinha, ou pendurar a roupa no varal. Vale também – e principalmente – para depois do parto. Não há mulher que tenha forças na primeira semana depois de horas em claro e amamentando.

- peça pinico: não no sentido literal. Eu cheguei do hospital tão exausta, mas tão exausta, que no dia seguinte minha mãe estava passando roupa e o Diogo tinha dormido e eu aproveitei pra descansar. Morri. Minha mãe disse que eu até ronquei – e acordei o cara, que chorou assustado, tadinho. Daí pra frente, é assim: sempre que estou muito cansada, e tem alguém (minha mãe, geralmente; brigada, mãe!) pra me ajudar com ele, peço pra ficarem com ele e caio na cama. Nem que seja meia hora. Mas é melhor meia hora despreocupada que 3 horas tensas.

- curta muito: cada minuto seu com o bebê ou com a barriga é muito importante. Tenha em mente que nada volta atrás, que não se faz 15 anos duas vezes, e nenhuma idade é repetida. Se seu filho sorrir, tente fotografar. Se ele andar, tente filmar. Guarde cada lembrança como se fosse ouro, porque passa e você depois não vai lembrar de nada direito. Se puder, encare fazer um blog ou um diário. Isso vai ser legal para quando ele crescer.

Acho que é isso, muierada. Adoro dividir um pouco das minhas experiências aqui. É claro que nem tudo serve para todas, mas eu acho que fui bem genérica e expliquei: são minhas experiências. Cada uma vivencia a maternidade de uma maneira diferente.

Espero que tenha sido útil. Beijos

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Minha vida de mãe

Esses dias a Luíza escreveu no blog dela (Potencial Gestante) sobre as mudanças na vida da gente, depois que viramos mães. Ela sabia que a vida ia mudar, mas não sabia que quem mudaria, na verdade, seria ela mesma.

Aí eu me liguei na conversa que tive segunda-feira com minha amiga Dayanne. Ela falou que não está preparada para ser mãe, porque não saberia abrir mão de algumas coisas, como eu abri. Nada demais, mas que agora ela não quer, quer curtir a vida. Ela tá certa, é nova e não tem alguém ao lado dela para ser apoio e o pai que um bebê merece.

Mas eu refleti sobre as coisas que eu passei a não fazer mais – mesmo que não me façam falta.

Eu não pinto mais as unhas – explico: eu sempre fiz minhas unhas eu mesma, porque não acerto uma manicure que consiga me agradar (ou tiram muito minha cutícula e me deixam tomando choque em coisas sem eletricidade, ou tiram tão pouco que ficam cheias de esmalte; ou tiram tanto as sobras de esmalte que entram unha adentro com a acetona, ou tiram de menos, sobrando dedo afora… e por aí vai). Daí, com filho pequeno, que mama no peito, não dá pra se dar ao luxo de ficar 4 a 5 horas esperando as unhas ficarem sequinhas. Sem contar a higiene, né? Unhas sem esmalte são muito mais higiênicas. E o medo do pequeno ser alérgico ao toque com o esmalte? E onde deixar o bebê na hora de pintar as benditas? No quarto? E aí, se ele chora enquanto o esmalte ainda tá sendo passado? Quem pega no colo para acalmar? E outros motivos… Então corto, tiro cutícula, lixo… e passo no máximo uma basezinha hipoalergênica.

Eu não pinto mais os cabelos – de novo: imagina você lá no salão, o bebê respirando aquele cheiro de amônia… não dá! E eu sempre pintei em casa. Pensa no cara chorando e você não podendo pegar no colo porque a mão tá de luvas melecadas de vermelho super intenso? Ou ainda não poder dar mamá porque tá acabando o tempo de ação da tinta, e não pode passar dos 45 minutos senão explode? Fiz luzes em casa, mas foi tudo MUITO cronometrado – e graças a Deus o Diogão colaborou e ficou numa boa com o papai.

Eu não bebo uma lata de cerveja ou uma taça de vinho sozinha – não dá, né, gente? Quem gosta de beber sabe o quanto é ruim dar só umas bicadinhas na bebida que mais gosta. Mas eu sei da importância de não tomar mais a cerveja para acompanhar os petiscos. Fico no suco de laranja, e dou uns golinhos do copo do marido só pra não ficar com lombriga.

Eu não como mais minha comida do começo ao fim – raros momentos que posso usufruir de um prato de macarrão quentinho do começo ao fim. Ou alguém (leia-se minha mãe) tá com ele no colo, ou ele dormiu profundamente (às 23h) e eu consegui comer com calma. Domingo fomos a um aniversário, ele calmo no colo do pai, e eu engoli a comida para não dar tempo de ele chorar. Vida tirana.

Nunca mais saí para um barzinho sem bagagem – aliás, nunca mais fui a um barzinho. Mas fui à quermesse da cidade vizinha. E levei: sling, carrinho, bolsa com troca de roupas e fraldas, brinquedos… Isso porque ele só mama no peito, imagina quando estiver comendo…

Nunca mais fui pra balada – isso eu não sinto nenhuma falta, mas não tem cabimento deixar meu filho sem o “mamá” dele porque eu quero me divertir noite afora. Sem contar que é muita folga pedir pra minha mãe ou minha sogra ficar sem dormir (porque ele não vai dormir, certeza) pra eu ficar saracutiando por aí.

Não vou poder ir no SWU, Rock in Rio ou (talvez) ao show do Aerosmith – pensa na cena: a banda sobe ao palco, eu corro pra longe do som alto, e ligo para casa pra saber como tá o bebê; a cada 5 minutos. Vou aproveitar o que do show?

Não saio mais sem carro (eu não dirijo) – Não dirijo, preciso tirar carta, e o carro fica na garagem. Shame on me. Mas fazer oq? Bom… apesar disso, não saio com o Diogo sem carro. Seja de carona com meu sogro, seja de táxi, seja esperar o marido chegar pra dirigir, eu não saio mais sem carro. Imagina eu pegando lotação com ele, carrinho, bolsa… aí vc me diz: um monte de mãe faz isso. Problema delas! (rs) Eu programei meu filho para quando a gente tivesse condições de ter o carro à disposição. Ia tirar carta durante a gravidez, mas tive tendinite no pé e não pude. Logo farei autoescola, mas preciso esperar o Diogo estar nos sucos e frutinhas para poder deixá-lo com a sogra pra ir pras aulas, afinal, sair com ele nesse frio está fora de cogitação (sem contar o transporte público lixo, né?).

Lavo os cabelos só uma ou duas vezes por semana – tá, isso eu já fazia, odeio lavar cabelo e pentear e só não corto curtinho porque não combina com meu biotipo. Mas antes eu fazia por opção, agora é por falta dela. Simples assim.

Outras muitas coisas a gente deixa de fazer por um filho, mas nada disso tem importância. Não ligo mesmo de não poder sair porque ele está resfriado. Não ligo nem um pouco de tomar várias vomitadas no dia, ou de ter de puxar catarro do nariz dele usando minhas mãos. Detesto tomar uma go(l/r)fada concentrada na blusa na hora de sair, é verdade. Principalmente quando a blusa é a única que eu tenho para vestir (já falei que eu não tenho conseguido lavar/passar roupa que não seja dele?), mas relevo.

O gostoso é ir ao supermercado e ouvir “NOSSA, QUE BEBÊ LINDO!”, ou ir ao restaurante, onde ele dorme lindamente, e ver os garçons olhando com aquela carinha meiga.

Delícia é, a cada ida ao pediatra (que tá marcado pras 9h, mas você só entra no consultório 10h30, e só sai de lá perto de meio dia), constatar que seu leite é responsável pelo aumento na balança e os centímetros a mais – e ver as calças começarem a ficar curtas, as camisetas deixarem o umbigo de fora, a coberta não conseguir enrolar da cabeça aos pés com sobra.

Maravilhoso é acordar ouvindo as unhas dele raspando o berço, porque ele gosta do som que faz, e olhar quietinha o sorriso silencioso dele. E os olhinhos dele nos seus quando mama. Ou ouvir sua gargalhada porque você (ou sua mãe) perguntou sussurando: tá frio?

Engraçado é esperar e comemorar um cocô na fralda, um arroto ou pum. É tomar uma mijada master e só conseguir rir da situação. É rir da cara que ele faz tentando olhar pra dentro do cano do inalador. É descobrir pontos de cosquinha e ver que ele adora!

Bom mesmo é ser mãe, adulta, responsável, querer ser tudo na vida de alguém, querer cuidar e educar, alimentar e botar pra dormir, mas é também ser um pouco criança. É poder acordar fazendo caretas, e dormir falando baixinho. É saber que sempre vai ter alguém pra te atrapalhar nas horas importantes (não fiz xixi hoje), mas que um dia vai ter alguém pra te ajudar a escolher a roupa pra sair, correr pra apagar o fogo ou só bater papo mesmo. É fazer carinho hoje, sabendo que logo alguém vai ter fazer de volta. É cuidar de uma dor agora, sabendo que um dia alguém vai cuidar da sua.

Ser mãe não é só abdicar, é também receber. Por isso, não me arrependo de nenhuma mudança que realizei – e das que ainda terei que realizar – na minha vida e na minha casa. E que venham muitas mais mudanças!

Te desafio a achar coisa melhor na vida que cheiro de filho e amor de mãe.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Sobre resfriados, assaduras, viroses e alergias

Aí o Diogo fez 4 meses no meio de um resfriado, com direito a antibiótico, inalação e noites em claro. Por causa do antibiótico, ele teve diarreia. Por causa dela, assaduras. E eu nunca sofri tanto na vida. Ele doente, eu não podia ficar também. Mas fiquei. Mas foi por uns 2 ou 3 dias só.

Passado o resfriado, curadas as assaduras (quem quiser saber como, me pergunte que eu respondo por e-mail), ele tomou vacina e ficou bem (milagrosamente).

Daí quem ficou doente de verdade fui eu. Acordei um dia com dor de cabeça, e meu filhote colaborou e dormiu o dia todo comigo. Porém, eu não tinha forças para sair da cama nem para fazer xixi. Imagine pegar um bebê de quase 6 quilos (agora já é mais que isso) no colo para dar banho e trocar fraldas. Toda vez que eu precisava trocar um xixi ou cocô, era um sofrimento.

Minha mãe passou 5 dias aqui em casa cuidando de mim. Graças a Deus eu tenho mãe! Foi muita água de côco, isotônico e purezinho de batata. Enjoei. Credo!

Sarei da virose. Aí veio o frio, e o Diogo começou a coçar o nariz. E o nariz encheu de novo. E de novo tive de tomar providências (leia-se usar soro e aspirar melecas) e a cada toque no nariz do cara, é uma batalha. Apareceram umas bolinhas no rosto dele. A pediatra falou que deve ter sido alergia a alguma roupa nova. Aí lembrei que minha mãe fez um capuz para ele, e justo onde encostava a lã, foi onde apareceram as bolinhas. E não tem nada que tire as “benditas”.

Fato é que ele está com essa rinite (mesmo a médica falando que não é, eu acho que é, porque eu estou também), e essas bolinhas. E hoje a sinusite tomou conta de mim. E por isso é que eu não tenho postado.

Explicadum est?

Assim que as coisas ficarem decentes, eu apareço por aqui de novo, tá?

Beijinhos

 

PS: Apesar do resfriado/alergia, ele tá sentindo calor (porque o calor também deu as caras por aqui) e sábado fomos almoçar num restaurante muito gostoso que tem um pier sobre o mar. Olha que delícia!

 

DSC_8110b

DSC_8112b

DSC_8113b

DSC_8117b

DSC_8118b

DSC_8120b

DSC_8122b

DSC_8125b

DSC_8129b

DSC_8131b

DSC_8132b

DSC_8133b

DSC_8141b

DSC_8142b

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Há quase um ano, uma carta de amor

Há quase um ano escrevi essa carta de amor ao meu bebê. Não tinha sexo. Só um esboço de coração batendo na minha barriga.

Não tinha nome. Não tinha ideia de como seria passar nove meses grávida. E se eu soubesse que seria tão bom… ah, que saudades desses dias de medo por ele, desses dias de cuidados…

Mas, pensando bem, esses dias não passaram. E não vão passar nunquinha!!!

 

8/6/2010

Você começou a crescer dentro de mim. A certeza eu já tinha. Mas precisava de mais que esse sentimento para comprovar, e provar pra todo mundo. Precisava de um papelzinho, com uma palavra que me tirou um sorriso enorme! “Reagente”.

Reagente... uma reação química, a um agente biológico. Você.

Você chegou no mês que eu queria que viesse. Foi meu presente de aniversário mais bem planejado e bem feito pro seu pai. E esse presente, tão pequenininho, foi tão grande que abraçou a família. Os amigos. Os colegas de trabalho e de faculdade dos dois. E até a Giovanna, que não é de sangue sua prima, mas que vai ajudar a cuidar de você. E seu primo de sangue, Vitor Hugo, que chorou de emoção quando a vovó Yara falou que ele é sim seu primo.

Mas nenhum choro é como o que eu derramei, e derramo, ao saber da sua existência.

Você vem com força. E como força. Pra mim, pro seu pai, pra família. Força pra sua mãe lutar, bebê. Força para ser mais forte, mais saudável, mais comprometida com a saúde. Se hoje eu como, é para alimentar seu corpo, pra você ser saudável e crescer direitinho. Se eu saio para caminhar, se eu durmo melhor e se eu não estou comendo nem bebendo “porcaria” – um dia você vai entender o que é porcaria -, é para ter você saudável dentro de mim. E fora de mim.

Seu pai, aquele durão, sério, trabalhador e responsável. Durão só pros outros. Eu o conheço do avesso. Sei quando algo incomoda. Sei quando está triste, feliz, nervoso, aprontando. Sei quando ele chora escondido, e sei quando vai chorar só pra mim. Mas falar de você fez seu pai chorar. Pai. Sempre soube que ele seria pai, um bom pai. Mas... imaginar ele pai vai tão além desse momento. Ele quer você. Coloca a mão sobre sua casinha, meu ventre, e me pergunta se eu já te sinto crescer. Se eu não sinto nada, nadinha, nem uma bolinha crescendo.

E é o que você é ainda. Uma bolinha.

E como pode uma coisinha tão pequenininha causar tantas mudanças num corpo que é tantas vezes maior que o seu? São azias quase diárias, quase o dia inteiro, cansaço nas pernas, sono, fome, sede, vontade louca de fazer xixi. Nada insuportável. Nada que eu não conviva bem.

O mais engraçado é ver você crescer, não na minha barriga, mas em meus seios. Seu alimento vem vindo, vem crescendo dentro de mim. Junto com você. Eu, que sempre quis seios grandes, dizia: vou esperar meus filhos crescerem, porque eles vão trazer muito volume pra cá. Hoje, em tão pouco tempo, já mal cabem nos sutiãs. Eles estão apertados e machucam um pouco, mas isso não me aborrece, como antes aborreceria. Hoje me deixa feliz.

Ao mesmo tempo que quero te ver logo, ter você no meu colo, quero que você passe o maior tempo possível aí dentro. Assim, sei que tudo que acontecer com você aconteceu comigo antes. Seja pro bem ou pro mal. Mas não quero nada de mal para você, então olho bem a rua antes de atravessar, mesmo que esses hormônios me desconcentrem. Olho pro chão antes de pisar, olho o copo antes de beber água.

Mas quero você aqui. Te amamentar, acarinhar, abraçar, sentir teu cheiro, ouvir seu choro, seus resmungos e risinhos. Quero até a parte chata. As noites em claro (sei que você vai ser muito bonzinho ou boazinha, e vai me dar bastante sossego), os cocos, xixis, choros estridentes.

Mas sei que esse dia vai chegar, e não vai demorar muito pra isso. Estamos em junho, e quando você crescer vai ver. Chegam as festas juninas, passa o aniversário da vovó Yara, começa a primavera – e os espirros da mamãe e do papai – e aí o ano acaba rapidinho! E quando o ano acabar, você estará quase aqui. Vou passar o Natal mais feliz da minha vida, com você dentro de mim. E o verão mais bonito. Com você em meus braços.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Deu certo!

E o lance do banho de balde parece ter dado certo.

Ontem foi dia de supermercado, não tinha como adiar. Aquele frio… Mas, depois de uma super cagada que vazou uma fralda noturna e me obrigou a dar um banho correndo nele, lá fui eu com o pimpolho e minha mãe, porque marido ficou em casa trabalhando. É, né?

Diogo deu um pitizinho de fome e outro de sono, mas nada demais. Rolou um “mamaço” no café do mercado e ninguém veio falar nada… rs

Comprei janta no shopping, viemos pra casa, e ele quietinho. Coloquei no carrinho, do meu lado na cozinha, e ele me deixou jantar com o papai numa boa! Lindo de morrer, esse meu filho. Não posso reclamar, gente, ele é muito bonzinho!!!!

Devia estar com fome de verdade, e sono… mas aguentou firme lá.

Aí eu catei o bichinho, botei no balde (gente, a alça é rosa, mas fazerukê se eu não achei com alça azul? Vou comprar um tummy tub de verdade logo logo), e a vida ficou linda. Como ele adora. Ele canta, ele dança, ele acha que tá de volta na barriga e leva o pé até a testa… ô coisa deliciosa de se ver…

Dado o banho foi só botar roupinha limpinha, dar tetê e puff… cabô Diogo.

Daí que a mãe ficou com dó de tirar do quentinho e deixou na cama, e dormiu torta de novo… mas isso foi só um detalhe!

Pq? Pq o gatinho da mamãe só acordou pra mamar às 2h! E não acordou mais até o telefone tocar às 7h40. Isso é hora de acordar dois trabalhadores? hauhauahuahua

Bom… O filho da mãe acordou de bom humor, pra variar. Lindo, de carinha inchada, e como o telefonema foi para eu ir lá abrir o portão pro meu sogro, não deu tempo de tirar foto dele acordando. Já mamou e dormiu de novo (santa fralda noturna – 12 horas de sossego).

Olhem se a pessoa gosta ou não de banho de balde e me falem: tem falta de sono que essa cara linda não cure?

 

DSC_7461b

Desconsidere a alça rosa – isso é um menino!!!!